Cada um, a hora incerta
Dos amigos que se descobre
Em cada alidado que se encontra
E dos inimigos que se revelam
São pessoas, simples e complexas pessoas
Que são assim..como eu, gente!
Nova, a cada passo
Antigas reflexões
Que perduram na trilha do hoje
E do amanhã
Novas casas, velho sentimento de lar extinto
Desejo de toca velha pra não ver a Luz
Sempre transitando no temporário
Do incerto da vida, da morte
Agradecimento, sem dever,
Só sentir o que se torna
A cada passo, a cada queda
Ser andarilho dos tempos modernos
A pensar onde acampanhar futuramente
Os pensamentos, crenças, vivências…
Das reflexões velhas, em cabeças novas… ô gente!